01Levantamos quais contas, ferramentas e acessos existem de fato.
02Lemos a estrutura antes dos números. Nomes de campanha já revelam estratégia, autoria e época.
03Olhamos o período completo, não só o recorte que a plataforma mostra por padrão.
04Separamos o que está vivo do que nunca gastou nada.
05Cruzamos as leituras (região, dispositivo, público e página). Se não fecham no mesmo total, a leitura ainda não está certa.
06Consultamos o histórico de alterações, onde aparecem decisões que ninguém registrou.
07Arquivamos tudo antes de propor. O que foi lido vira base da primeira decisão de ciclo.